Terças de Poesia Clandestina #60

As Terças de Poesia Clandestina são um ciclo de sessões que orbitam à volta de livros tendo também abertura para receber intervenções de outras paragens. Acontecem quinzenalmente na Casa Independente. Cada sessão tem quatro intervenções programadas mediadas por um intervalo entre a segunda e a terceira.

– Rock Pós Porno – Bárbara Bruno e Margarida Correia (performance criada por Bárbara Bruno)
– António Franco Alexandre – João Villas-Boas, Daniela Rosado e Sofia Santos Silva(leituras)
– Poemas renegados por Herberto Hélder – Mia Tomé, Zé Luís C e Sara Carinhas (leituras)
– Open Mic
Jari Marjamaki (acompanhamento musical)

Na primeira parte, Bárbara Bruno e Margarida Correia apresentam uma performance chamada Rock Pós Porno com a seguinte sinopse: “comemoramos a visão da Lolita do século XXI como uma Dominatrix feminista que está automaticamente ligada a Uma espécie de ideia negra e psicopata da barbie que se apresenta como uma assassina sadomasoquista. Apelamos ao caos, à catástrofe, à confusão, ao mundo da fantasia., ao acontecimento simultâneo e confuso. Ao terror e à ilusão. Os corpos dos bonecos são os nossos corpos deformados, a ruína depois da catástrofe. Incitamos a uma revolução no que toca à ideia formatada da beleza e do corpo feminino. Assistimos a uma acção ficticiamente psicológica e acidentalmente mórbida, sórdida sexualmente transposta por nós.” – criação de Bárbara Bruno.

Na segunda parte, João Villas-Boas, Daniela Rosado e Sofia Santos Silva vão ler poemas de António Franco Alexandre

Na terceira parte, será a vez de Zé Luís Costa, Mia Tomé e Sara Carinhas lerem poemas que foram renegados por Herberto Hélder. Esta selecção de textos que foram excluídos das antologias e a obra completa foi feita a partir do arquivo da Biblioteca Nacional.

No final, haverá um tradicional momento de open mic onde todos podem participar sem definição de tema ou marcação prévia.

A entrada é 1 €.

Terças de Poesia Clandestina #59 (serões de Poesia)

As Terças de Poesia Clandestina são um ciclo de eventos que orbitam à volta de livros. Cada sessão tem quatro intervenções programadas mediadas por um intervalo entre a segunda e a terceira. Evento quinzenal com entrada livre na Casa Independente.

Esta é a última sessão desta temporada, a seguir entraremos numa pausa cuja a duração desconhecemos.

– Rodrigo Abecasis – Poemas para Poucos Leitores
Ivo Silva e Vasco Macedo lêem Luís Pedroso
Mia Tomé e Nídia Roque lêem Ted Hughes
– Concerto de CRUA

Na primeira parte, Rodrigo Abecasis irá ler textos de uma recolha a que chamou de ‘Poemas para Poucos Leitores’

Na segunda parte, Ivo Silva e Vasco Macedo lêem poemas de Luís Pedroso incluídos na Hidra (Língua Morta) e Romance ou Falência (Artefacto Edições).

Na terceira parte, será a vez de Mia Tomé e Nídia Roque lerem poemas de Ted Hughes do livro Cartas de Aniversário, Relógio D’Água, 2000, trad. Manuel Dias

No final, teremos um concerto de Crua – CRUA is more a perpetual collaboration than a band, in the sense that there is an intrinsic purpose of experimenting with energy in whatever way is found necessary, using whichever means are available.
A mirage like you are in a hallucinatory hypnosis inside a superhumidoven. https://soundcloud.com/crua-trio

Terças de Poesia Clandestina #58 (serões de Poesia)

As Terças de Poesia Clandestina são um ciclo de eventos que orbitam à volta de livros. Cada sessão tem quatro intervenções programadas mediadas por um intervalo entre a segunda e a terceira. Evento quinzenal com entrada livre na Casa Independente

Boris – Textos de pessoas estranhas
João Pacheco lê Miguel-Manso
– Cantos de Ezra Pound por André Marques e Diogo Teixeira
– Open Mic
– Acompanhamento musical por Jari Marjamaki

Na primeira parte, Bóris irá ler textos de uma recolha a que chamou de ‘Textos de pessoas estranhas’

Na segunda parte, João Pacheco vai ler poemas de Miguel Manso.

Na terceira parte, será a vez de André Marques e Diogo Teixeira lerem cantos de Ezra Pound.

No final, teremos um tradicional momento de open mic onde todos podem participar sem definição de tema ou marcação prévia.

Terças de Poesia Clandestina # 56 (serões de Poesia)

As Terças de Poesia Clandestina são um ciclo de eventos que orbitam à volta de livros. Cada sessão tem quatro intervenções programadas mediadas por um intervalo entre a segunda e a terceira. Evento quinzenal com entrada livre na Casa Independente

Marco Galrito – O livro português dos mortos
– Rute Castro por Isabel Milhanas Machado e Bárbara Bruno
– Swinburne por Rita Cabaço e Vasco Macedo
Rita Barbita – Failed to Recognize (performance)
– Acompanhamento musical por V&T – António M. Silva, José Silva e André Teixeira (ZigurArtists)

Na primeira parte, Marco Galrito irá ler textos do seu livro ‘O livro português dos mortos’ publicado na Douda Correria.

Na segunda parte, Isabel Milhanas Machado e Bárbara Bruno vão ler poemas de Rute Castro do livro ‘O sangue das flores’ publicado na Artefacto Edições

Na terceira parte, será a vez de Rita Cabaço e Vasco Macedo lerem dois poemas de Swinburne do livro ‘Poemas’ publicado na Relógio D’Água com tradução de Maria de Lurdes Guimarães

No final, Rita Barbita irá apresentar uma perfomance de sua autoria chamada de Failed To Recognize.

Noites de Poesia Clandestina (serões de poesia)

Hoje a 53ª sessão das Terças de Poesia Clandestina.

Na primeira intervenção será feita uma leitura por André Alves de um conjunto de textos da sua autoria chamado de As revelações de Pars.

Para terminar a primeira parte, a cargo de António Carlos Cortez que irá fazer uma intervenção chamada A Realidade Na Poesia: A Escrita É A Dor Concreta? baseada nos poemas do seu mais recente livro editado na Tinta-da-China e intitulado de A Dor Concreta.

A segunda parte começará com a terceira intervenção a cargo de Inês Amoras e Isabel Milhanas Machado que irão ler poemas de Wallace Stevens.

Finalmente, a quarta intervenção, será um comentário de Pedro Mexia à obra de Stevens.
O Acompanhamento musical da sessão irá ficar a cargo de Pedro Moura.

Noites de Poesia Clandestina (serões de poesia)

As Terças de Poesia Clandestina são um ciclo de eventos que orbitam à volta de livros. Cada sessão tem quatro intervenções programadas mediadas por um intervalo entre a segunda e a terceira. Evento quinzenal com entrada livre na Casa Independente

1 º Ricardo Sousa Ribeiro traz-nos Labirinto
2 º Catarina Santiago Costa lê Tártaro
3 º René Crevel – O meu corpo e eu – interpretado por Zé Luís C, Carolina Dos Santos e André Marques
4 º ‘ Je sens maintenant je me sens ‘ performance criada por Maria Inês para interpretação de Lia Vohlgemuth.
– Acompanhamento musical: Aires

Na primeira parte Ricardo Ribeiro irá ler textos da sua autoria numa selecção que chamou de Labirinto.

Na segunda parte, será a vez de Catarinda Santiago Costa apresentar textos seus de Tártaro, editado pela Douda Correria

Na terceira parte, Zé Luis Costa, Carolina dos Santos e André Marques irão interpretar uma colagem feita a partir do livro ‘O meu corpo e eu’ de René Crevel.

No final, Lia Vohlgemuth traz-nos uma performance chamada ‘Je sens maintenant je me sens’ criada por Maria Inês.

A sessão vai ser acompanhada pelo Aires