PROGRAMAÇÃO MENSAL JULHO 4 Julho – 19h [evento] Inauguração | Mural da Casa “Old Friends” de Tom Leamon – entrada livre 6 Julho – 23h [evento] Rosa Choq apresentam PLATA O PLOMO (dj set) – entrada livre 7 Julho – 23h [evento] Intimate Affairs Ep.002 – Isac Ace convida Dedy Dread (dj set) – entrada livre 8 Julho – 17h [evento] ESPANTA BJON – Fogo-Fogo (concerto) + dj set – 6€ 13 Julho – 23h [evento] Itinéraires # 19 HipHop & Beats Breakdance Lovers – Dj Carie + DEHEB (dj set) – entrada livre 14 Julho – 22h30 [evento] Casa Ardente (Produções Incêndio) | Marcelo Perdido, Iguana Garcia e Hot Jesus + expo BINAU – 6€ 15 Julho – 18h30 [evento] Churrasco Sírio – Comida do Médio Oriente – 15€ 17 Julho – 21h Inauguração da Exposição “Narrativas Fotográficas no Intendente” (até 15 de Setembro) – entrada livre 18 Julho – 19h [evento] They’re Heading West convidam MONDAY – 6€ 20 Julho – 23h Boda de Kambas – Fella Ayala + convidado(dj set) – entrada livre 21 Julho – 22h30 [evento] Casa Ardente (Produções Incêndio) | Blænd, Galgo e Linden B2B Perigo + expo BINAU – 6€ 27 Julho – 23h Disco Odyssey #13 – Antoine Gilleron + Seiva (dj set) – entrada livre 28 Julho – 23h Milton Gulli (dj set) – entrada livre
Intimate Affairs Ep.002 – Isac Ace convida Dedy Dread | 7 JUL | 23h
Todos os meses, Isac Ace traz cá a Casa um convidado para um one-night-stand, na companhia de vinho, velas e amor pela música. Este affair chega ao mundo através de uma série de podcasts e culmina numa performance ao vivo no Salão Tigre. Isac Ace é um músico português baseado em Lisboa, conhecido para a sua mente aberta mas sofisticada para a música. Em fevereiro de 2003 começou a sua jornada de dj, ganhando nome e acabando por se tornar parte da família Supafly. Como produtor é responsável por parte do primeiro álbum de Da Chick e é também metade da Sweat & Smoke. http://www.intomusicagency.com/isacace https://soundcloud.com/isac-ace https://www.mixcloud.com/IsacAce/ https://www.instagram.com/koolisacace/ Dedy Dread é um embaixador da cultura “sure shot” e cada faixa do seu set vai directamente para a pista de dança e ainda tem a certeza que o choque é grande através da edição de mash-ups e remixes, já conhecidos e tocados por todo o mundo, por nomes como Smoove, JStar, Toby One e Dj Rebel. Deady Dread também é da família Supafly e, ao lado de Mr. Mute e Mr. Bird, foi responsável pela mais conceituada noite de funk e soul music em Lisboa, a Tighten Up. https://www.facebook.com/dedy.dread https://soundcloud.com/dedydread https://dedydread.bandcamp.com/ https://www.mixcloud.com/dedydread/ 7 JULHO | 23h | entrada livre | evento RA: https://www.residentadvisor.net/events/1126260
PLATA O PLOMO | 6 JUL | 23h
ROSA CHOQ apresentam: PLATA O PLOMO A famosa citação de Pablo Emilio Escobar Gaviria dá o título à nova Residência Artística de Rosa Choq. O mote surge na experimentação com música dos trópicos, inspirados no calor abrasador e na versatilidade do choro ao riso num piscar de olhos. A dupla ROSA CHOQ: Amigos e colegas na Produções Incêndio, Jorge Barata e Manel Seatra decidiram dar largas à imaginação e pintar as pistas de dança de alguns dos seus eventos. O que começou por ser uma brincadeira de fim-de-semana tornou-se num projecto de dimensões mais alargadas. Espontânea e inevitável foi a origem do duo dinâmico que tem como missão turbinar a bola de espelhos. Exploram sonoridades diversas passeando entre os ritmos latinos equatoriais de patchangas a funanas, de mornas a cha cha chas e navegando pelos 00s nostálgicos e aventureiros. Tiveram em mãos a residência artística “QUINTA SIM, QUINTA NÃO”, no histórico bar Fontória, na Praça da Alegria, em Lisboa. 6 JULHO | 23h | entrada livre
Inauguração | Mural da Casa “Old Friends” de Tom Leamon | 4 JUL | 19h
Dia 4 de Julho, pelas 19h, inauguramos o novo mural da Casa Independente, “Old Friends”, da autoria de Tom Leamon. O novo mural das escadarias do nº45 do Largo do Intendente é muito mais do que uma nova cara que recebe todos os que o vêm visitar. É um momento simbólico que marca o ponto de partida de novos projectos artísticos que reflectem a faceta da Casa Independente como um espaço de criação interdisciplinar. Este evento marca o arranque de uma série de residências artísticas na Casa Independente, onde vários artistas ocuparão os nossos espaços para um exercício artístico de três meses, mantendo um diálogo constante com a Casa Independente e com a comunidade, através de open studios, exposições e momentos work in progress. Tom Leamon será, a partir de Setembro, o primeiro artista residente e – num momento pré-inaugural deste novo ciclo de vida – criará um mural que concretiza o seu fascínio pelo ambiente da Casa Independente e pela história do edifício, que conheceu pela primeira vez em 2015 e onde se podem encontrar diversas referências tanto ao percurso artístico e à ligação que Leamon tem com Portugal (e, especialmente, o Algarve onde criou o projecto artístico The Beekeepers), como à vida da Casa Independente. A inauguração do mural “Old Friends” acontece no próximo dia 4 de Julho, a partir das 19h e terá direito a um cocktail onde os próprios produtos servidos reflectem a relação que Tom Leamon tem criado com o Algarve. Sobre Tom Leamon https://www.tomleamon.com / / https://www.thebeekeepers.eu Nascido em 1981, Tom Leamon é um artista contemporâneo britânico que trabalha entre Londres e Lisboa. Estabeleceu-se, ao longo de 15 anos, como pintor abstracto e ilustrador na cena londrina e exibiu internacionalmente os seus trabalhos, inclusive nas Feiras de Arte de Miami, Nova Iorque e Rio de Janeiro. A sua prática artística desenvolveu-se em espaços informais, o que teve uma grande influência na sua forma de criar em pensar. Em Londres, sentiu uma grande falta de estúdios, levando-o a co-criar o Studio 180, um hub para artistas no centro de Londres, cujo sucesso e notoriedade fez nascer, mais tarde, a Gallery 223. A abertura destes espaços permitiu que artistas e pensadores de todas as disciplinas artísticas se encontrassem e partilhassem os seus trabalhos. A energia e potencial destes ambientes criativos suscitou em Tom Leamon um constante interesse em criar e descobrir novas formas de trabalhar e em questionar a importância do ambiente na criação artística. Em 2014, a caminhada para encontrar novos ambientes de criação expandiu-se: depois de 10 anos a visitar Portugal, surgiu a ideia de criar The Beekeepers através de uma colaboração com uma quinta no Algarve, fazendo nascer um novo espaço artístico onde, ao lado de Jennifer MT White e Pedro Leitão, trabalham diariamente para criar espaços criativos exteriores intimamente envolvidos com a natureza e a paisagem envolventes. 4 JULHO | 19 | ENTRADA LIVRE | EVENTO
Jour Heureux (Romeu&Mickael) | 30 JUN | 22h30
No mês dos Santos Populares Há mil festas onde dançar Há mil arrais onde bailar Mas nenhum é tão surpreendente Nenhum é tão decadente Como o baile “Jour Heureux” Na Casa mais feliz de todas Na Casa Independente! 30 JUNHO / 22H30 / ENTRADA LIVRE / evento
TROPICAL MUZAK | Gabriel Muzak convida Domenico Lancellotti, Joana Barra Vaz e Thomas Harres | 29 JUN | 22H | 6€
Esta é a segunda noite da residência de Gabriel Muzak, acompanhado por Domenico Lancellotti, Joana Barra Vaz e Thomas Harres. O projecto quer explorar a interacção entre diversas culturas e visões do mundo e promover encontros entre universos artísticos e sonoros. Tudo isto é feito através da música, numa noite em que artistas de mundos diferentes se encontram para explorarem as músicas dos outros companheiros de palco e para revitalizarem as suas próprias. Gabriel Muzak é um explorador de novos territórios musicais e aniquilador de quaisquer fronteiras que queiram limitar e definir pessoas e marcou presença como músico há já 15 anos com o seu primeiro álbum Bossa Nômade. Depois do concerto, a noite continua com dj set! 29 JUNHO / 22H / 6€
Casa Ardente (Produções Incêndio) | Modernos, Môno e Cêndio Inc. | 23 JUN | 22H30 | 6€
É mais um daqueles fogos postos e controlados pelas Produções Incêndio que conta com o vanguardistas Modernos (parte dos Capitão Fausto), com os elegantes Môno (5 putos dos arredores de Lisboa) e com Cêndio Inc. (membros da família Produções Incêndio). Sábado é também o último dia para ver a exposição About a bird, de Isa Figueira. Prevê-se um Salão a escaldar! 23 Junho, às 22h30. Entrada é 6€. (abertura de Bilheteira: 22h; reservas@producoesincendio.pt) Modernos: A modernidade quer-se assim: obscura e crua. Os beats mais psicadélicos dos teclados dos Capitão Fausto dão lugar a rasgos duros de roer, uma simplicidade menos enfeitada, mais rock e com reduzidas doses de alegria – isso existe sequer? Os Modernos são Tomás Wallenstein (voz e guitarra), Manuel Palha (baixo) e Salvador Seabra (bateria). Môno: Môno! nasceu em 2015, quando 5 jovens – na verdade, putos é o termo técnico – dos arredores de Lisboa se cansaram de só tocar as canções dos outros e decidiram apresentar ruído da sua própria autoria. Nesse ano, materializaram essa ambição num EP homónimo, produzido de forma artesanal e rústica, que veio mostrar que sabiam o que queriam fazer, mesmo não sabendo muito bem como fazê-lo. Em Junho de 2016, juntaram-se novamente com a intenção de gravar mais um disco. Este processo prolongou-se um pouco mais que o expectável até que, em Março de 2017, acabou a demora e saiu Ribamar. Neste registo, está patente uma evolução significativa em todas as vertentes da sua produção: desde a gravação aos arranjos; sendo de salientar a consolidação de uma sonoridade, alicerçada, principalmente, na experiência de tocar as suas canções ao vivo. Os putos do começo aprenderam uns truques e são agora homens, ou, pelo menos, deixam crescer a barba, de quando em vez, para parecer que já o são. Cêndio Inc.: DJ SET da Produções Incêndio que já provou não falhar. A casa arde com os rapazes aqui de cima e nós continuamos. O chão vai ferver e só se queima que não dança.
Itinéraires #18 From Originals to Beats (Dj Carie + Mãe Dela) | 22 JUN | 23H
A nossa melhor guia musical leva-nos num longo itinerário, tocando clássicos do funk, afrobeat, brasil e hiphop. Para que esta tarefa se cumpra na perfeição, DJ Carie convidou a pioneira Mãe Dela, uma das primeiras mulheres a passar música em Portugal. É também responsável por concertos e festas que querem dar visibilidade a jovens músicos dos bairros periféricos de Lisboa. Como dj, os seus sets escapam das categorias e fronteiras temporais e geográficas e é conhecida pelo improviso cheio de alma, gerando fusões de sonoridades inesperadas quando chega aos decks. Por isso é a melhor companhia que Carie poderia escolher para o Itinéraires de Junho, From Originals to Beats! 2 Women on the decks! 22 de Junho, a partir das 23h com entrada livre! evento facebook
They’re Heading West convidam Señoritas | 20 JUN | 19H | 6€
As Señoritas lançaram o seu segundo álbum “As Saudades Que Eu Não Tenho” em Maio e os They’re Heading West aproveitaram o momento para convidar o duo a vir tocar ao nosso Salão no próximo dia 20 de Junho, pelas 19h. O primeiro álbum das Señoritas “É Meu Dever Não Gostar” foi apresentado na Casa Independente em 2016. Agora regressam a este mesmo palco com a mesma garra e determinação e com um novo álbum em mãos, uma viagem pelo universo feminino e urbano com a ajuda da crueza da guitarra e do baixo de Mitó e Sandra. E os They’re Heading West também só têm coisas boas para dizer sobre as suas convidadas de Junho: “As Señoritas são a Mitó Mendes e a Sandra Baptista. A Mitó e a Sandra fizeram parte d’”A Naifa”, a Sandra foi dos Sitiados. As duas juntas fazem música crua e angulosa, a lembrar uns certos anos noventa, editaram já dois discos com títulos compridos – “Acho Que É Meu Dever Não Gostar” (2016), “As Saudades Que Eu Não Tenho” (2018) – e têm aquela pausa que não se aprende. Será uma honra recebê-las no salão da nossa Casa adoptiva, e partilhar músicas com tão feroz dupla.” Esta conversa musical cheia de intimidade acontece na próxima quarta-feira, dia 20 de Junho, pelas 19h. Os bilhetes custam 6€ e podem ser comprados à porta a partir das 17h.
Casa Ardente | The Miami Flu, Ditch Days, Bunny O’Williams | 16 JUN | 22h30 | 6€
A primeira Casa Ardente de Junho traz vários universos musicais ao nosso Salão. Há psicadelismo dos anos 60 e 70 actualizado pela influência das muitas horas passadas a jogar videogames retro com bandas sonoras peculiares trazido pelos The Miami Flu; há longos passeios entre estilos tão afastados como o shoegaze ou o RnB dos Ditch Days e há ainda viagens galácticas desde o rock sonhador ao disco mais cru, da soul verdadeira à pop mais real da Bunny O’Williams. Todos estes tesouros musicais são completados com a inauguração da exposição “About a Bird” de Isa Figueira. Podemos não saber ao que vamos mas arriscar vale sempre a pena, não fosse esta uma noite com o carimbo da Produções Incêndio. 15 Junho | 22h30 | 6€ | evento facebook A bilheteira abre às 22h e os bilhetes podem ser reservados através de reservas@producoesincendio.pt The Miami Flu: A nova banda de Pedro Ledo e Tiago Sales, metade da alma e coração dos Lululemon, que já lançou no mercado dois discos: The Flying Fortress (2012) e Sinharaja (2013), ambos registos instrumentais. Para avançar com a gravação deste novíssimo Too Much Flu Will Kill You, a dupla contou também com Tiago Campos na Bateia, membro dos Twin Chargers e João Vilar nas teclas, que nos Al Fujayrah toca guitarra. Nova banda, novas sonoridades e uma boa novidade: Pedro Ledo, para além de não largar a sua guitarra Surf Green, empresta a sua voz às canções carregadas de ansiolíticos e outras drogas. Entramos assim em território minado por algum psicadelismo dos anos 60 e 70, género muito apreciado pela banda e que é inevitável referenciar. Mas a coisa não se fica por aqui no que toca a referências. As muitas horas gastas a jogar videogames retro, tais como Earthbound, Sunset Riders, Chrono Trigger, F-Zero, Ristar, Crusader of Centy, Sonic 3, Super Punch Out, Comix Zone ou Streets of Rage II influenciaram o processo criativo com as respetivas bandas sonoras. Esta influência dos videogames confere às canções uma componente pop que nos remete para gloriosos palcos e estúdios dos anos 80 e 90. Ditch Days: Os Ditch Days são de Lisboa, mas esse é só o ponto de partida para as suas viagens. As canções do álbum de estreia Liquid Springs, perdidas entre o dream-pop, o rock alternativo dos 90’s e o indie levaram-nos até ambientes imaginários, onde a natureza solarenga se funde com cenários urbanos, envolvidos de texturas cinematográficas.Desde 2016, têm materializado um pouco por todo o país esse universo onírico em concertos repletos de ambiências envolventes, melodias indie e vozes viajantes, juntando à música uma vertente visual imersiva, com projecções de “recortes” de filmes e séries antigas. Já em 2018, levaram Liquid Springs na sua primeira tour internacional, visitando várias cidades de Espanha e França. Agora, está na altura de viajar para outros destinos. Os Ditch Days trazem consigo canções novas e exploram estéticas alternativas, passeando por estilos tão afastados como o shoegaze ou o RnB.“Downtown” é o primeiro single de uma nova fase para a banda lisboeta. Uma canção acelerada que retrata um duelo entre a vontade de mergulhar na azáfama urbana e a ânsia de ficar em casa, perdido em sonhos. A bateria e baixo apressados unem-se às guitarras e teclados envolventes através da voz de Calcutá (Teresa Castro, de Mighty Sands), que participa enquanto convidada neste novo single. Gravada pelo André Isidro no Frasco, casa que partilha com Basset Hounds e Juba, e produzida pela banda, “Downtown” foi gravada ao longo de quatro sessões de gravação ao vivo, das quais nasceram mais duas músicas novas. Bunny O’Williams: A eterna viajante do espaço deu o grande mergulho no mundo de matéria e sacrificou a sua origem cósmica para vos proporcionar uma experiência tridimensional’ é a frase de abertura da sua biografia de artista, e resume bem a vibração de Bunny O’Williams – tão cósmica como divertida, tão entusiasmada como entusiasmante. Bunny, de nome próprio Inês Coelho, começou a trilhar o seu caminho no underground de Lisboa em 2010 como metade da dupla de DJs Twisted Sisters, com a qual espalhou a energia crua do rock and roll um pouco por todo o país e fora de portas. Do circuito Lisboeta seguiram para a noite Nasty Mondays (Barcelona), de lá para o Hell Fest (França) e as viagens continuam, mas o ethôs mantém-se: quebrar barreiras, unir credos e estilos. A solo movimenta-se pelos recantos mais interessantes do rock sonhador ao disco mais cru, da soul verdadeira à pop mais real. Espalha o seu gospel próprio, que tem tanto de luminoso como de obscuro, em eventos como Bode Respiratório (união de artistas com um interesse comum: A Música) e Happy Trevas – o nome diz tudo. Em 2016 cruzou-se com a Rádio Quântica, onde dá asas às suas fantasias sónicas no programa Macumba Borealis: uma verdadeira cápsula do espaço-tempo que traça uma linha das das sonoridades mais cristalinas, leves e etéreas à distorção, ao peso e à profundidade.